2 de abril de 2016

Postura da ponte (Setu-Bandhasana) - Equilibrando o sistema nervoso



Esta flexão abre e fortalece o peito, os quadris e os quadrícipes. Equilibra o sistema nervoso e revigora o corpo todo. 

EFEITOS
° Tem poderoso efeito na tonificação do centro do corpo e fortalecimento da musculatura lombar, exercendo um efeito rejuvenescedor nos músculos costais.
° Expande a capacidade respiratória.
° Atuação nas glândulas tireóide e suprarrenais. 
° Favorece a digestão e auxilia na eliminação das toxinas. 
° Esta postura alivia as tensões do plexo solar, diminuindo os efeitos do estresse. 

 AÇÃO 
° Poderoso efeito de acalmar a mente. Pacificação da glândula supra renal, responsável pela liberação de adrenalina e cortisol, equilibrando assim as funções nervosas, reduzindo o estresse. 
° Tem poderoso efeito sobre os chakras Muladhara (básico), Manipura (umbilical), Anahata (cardíaco) e Visuddha (laríngeo). 
° Despertar (contentamento).

CUIDADOS
Para aqueles com dor lombar. Pratique respirando. (*)

COMO FAZER?
• Deite no chão, estique os braços junto ao corpo e dobre os joelhos deixando que as pontas dos dedos encostem nos calcanhares. 
• Ajuste a distância entre os pés na largura do quadril.
• Inspirando eleve o quadril
• Entrelace as mãos abaixo do quadril e pressione os pés rolando o apoio um pouco mais sobre os ombros.
• Cuidado para não abrir lateralmente os joelhos. Mantenha os pés e as coxas paralelos e se preferir, utilize uma faixa como na ilustração.
• Faça um ciclo de 5 respirações e na última exalação solte os braço e desça vértebra por vértebra, desenrolando a espinha da nuca para cintura sem pressa!
• Repita. Ao finalizar faça a postura para compensar: traga os joelhos em direção do peito abraçando-os.


(*) http://corpoinconsciencia.com/2013/09/08/3502/
Fonte: http://setasparaoinfinito.blogspot.com/2014/02/postura-da-ponte-setu-bandhasana.html#ixzz44h1HHL64

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28 de fevereiro de 2016

O QUE SERÁ QUE ESTÃO PENSANDO DE MIM?




“O que será que estão pensando de mim? Será que ele ficou chateado? Nossa, acho que ela não gostou do que falei. Putz, acho que deveria ter feito de outra forma. Não devia ter feito assim. Seria melhor se eu tivesse perguntado antes. E agora? Será que eu consigo voltar no tempo? Como faço para não sofrer mais com isso? Nossa, de novo! Não acredito que errei isso mais uma vez. Eles vão ficar decepcionados comigo. Como faço agora?"
Acho que só de ler esse parágrafo você deve ter ficado cansado.
Pois é.
Essa era a minha mente uns meses atrás. Era isso o que acontecia todos os dias dentro da minha cabeça. Ou nas nuvens que rodeiam meu cérebro. Sei lá.
O fato é que é impossível viver em paz assim. É impossível ser quem você é de verdade com esse monte de pensamento e julgamento.
Eu vivia aprisionado pela necessidade de aprovação dos outros.
Eu vivia a vida tentando agradar a todos e fazendo de tudo para não decepcionar ninguém.
Mas será que isso é possível?
Eu achava que era possível sim.
Só que não é. E quando eu entendi isso, eu me libertei.
Eu me libertei das minhas próprias cobranças.
Eu me libertei dos meus próprios julgamentos.
E quando eu aceitei que não conseguiria agradar a todo mundo e parei de tentar fazer tudo pelos outros, minha vida se transformou.
Eu consegui uma coisa que nunca tive a vida toda: paz.
Se você vive pela necessidade de aprovação dos outros, é impossível ficar em paz. Porque você nunca vai conseguir atender às expectativas dos outros.
O que os outros pensam de você é problema deles.
Quando você vive com boas intenções e não quer prejudicar ninguém, você deve conseguir a capacidade de ficar bem com as escolhas que fez.
Se uma pessoa fica chateada com o que você fez, quem está sofrendo é ela. 
Você não precisa sofrer junto.
Se uma pessoa acha que eu deveria ter feito diferente e mantém essa exigência, 
quem deve superar isso é ela, não eu.
Eu vou errar. Eu sei disso.
Mas meus erros não devem ser nada mais que passos para o aprendizado.
Não posso transformar meus erros em dor eterna. 
Não posso fazer meus erros me machucarem por semanas, meses ou anos.
A dor do erro deve acabar no momento em que eu entendo porque errei e aceito e assumo.
Pare de sofrer pelos outros. Pare de assumir uma carga emocional que a outra pessoa carrega.
Se você sofre com o que o outro pensa de você, você está dando a essa pessoa o controle da sua vida.
Já é suficientemente difícil ser você mesmo e viver a sua vida com os seus problemas e os seus desafios. Por que carregar o sofrimento dos outros?
Faça as pazes com você mesmo. Aceite as coisas que você fez errado. Assuma e siga andando. Já foi. Você já aprendeu. Já se arrependeu e agora vamos para o próximo erro. 
Não se prenda ao erro da semana passada.
Sua vida vai ficar mais leve assim.
O que os outros pensam de você diz respeito a eles só. Tanto faz o que eles pensam de você.

Gustavo Tanaka 



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23 de janeiro de 2016

NORMOSE - A DOENÇA DO SÉCULO




Todo mundo quer se encaixar num padrão. 
Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar.
O sujeito 'normal' é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. 
Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema.
Quem não se 'normaliza', quem não se encaixa nesses padrões, acaba 
adoecendo. 
A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, 
depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.
A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós? 
Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando 
tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem!
Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. 
Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha 'presença' através de modelos de comportamento amplamente divulgados.
Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.
A normose não é brincadeira. 
Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa.
Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? 
Pesar quantos quilos até o verão chegar?
Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. 
Um pouco de auto-estima basta.
Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu 'normal' e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante.
O normal de cada um tem que ser original.
Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros.
É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.
Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera.
Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações. 
Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. 
E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.

Prof. Hermógenes
(1921/2015 - doutorado em Yogaterapia pelo World Development Parliament da Índia e é Doutor Honoris Causa pela Open University for Complementary Medicine. O professor Hermógenes recebeu a Medalha de Integração Nacional de Ciências da Saúde e o Diploma d'Onore no IX Congresso Internacional de Parapsicologia, Psicotrónica e Psiquiatria (Milão, 1977)
Fonte: http://criszingaro.blogspot.com.br/



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