8 de março de 2012

CULTIVANDO A ESPIRITUALIDADE



"Que crer é importante é um fato, mas como fortalecer a fé? Para cultivar a espiritualidade é preciso acreditar na vida, ser positivo e crer que há uma razão para os acontecimentos. Para Ricardo Monezzi, pesquisador e psicobiólogo do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é importante acreditar no próprio potencial e em dias melhores. “A fé é algo profundo, um sentimento que transcende o corpo, por isso é necessário confiar em uma força superior. É um processo individual, e cada um precisa descobrir como cultivar esse sentimento”, diz. Confira algumas dicas para aumentar a fé: 
• Converse com pessoas espiritualizadas e busque conselhos. 
• Conviva com o próximo, tentando sempre se colocar em seu lugar nas adversidades (seja altruísta e solidário). 
•A meditação é um exercício cerebral que foca o pensamento e traz conforto e tranquilidade, além de melhorar a memória. 
• Pratique técnicas de respiração: a maneira como respiramos pode afetar como pensamos e também como agimos. 
• Conheça as terapias orientais que buscam estabelecer o equilíbrio da energia. Ioga é uma ótima opção. 
• Concentre-se no dia de hoje. O amanhã é incerto e o passado não retorna. Pense que você só tem o dia de hoje para viver. 
• Procure uma religião que combine com o que você acredita. 
• Se mesmo assim tiver dificuldades, procure ajuda de um terapeuta. Com a terapia, você poderá encontrar algumas respostas e se reestruturar em momentos difíceis.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a espiritualidade como um fator que não deve ser desprezado, porque pode gerar equilíbrio e declara que, quando ela é bem empregada, o resultado observado é um reflexo positivo na saúde psíquica, social e biológica, tal como o bem-estar do indivíduo. "

Fonte:http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/106/o-poder-da-fe-a-ciencia-comprova-que-a-246102-1.asp
Imagem: http://madphilosopher.ca/category/spirituality/
Extraído do blog Anseios da Vida
End.: http://wisheslife.blogspot.com/2012/03/cultivando-espiritualidade.html?spref=fb

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6 de março de 2012

O PODER DA BONDADE



Nos tempos antigos, houve um rei poderoso que partiu do país à frente de um grande exército para se ilustrar em conquistas. Incendiou as cidades e as aldeias e reduziu os habitantes à escravidão. Depois, mandou gravar no bronze seus feitos de armas e conquistas. Enfim, mandou erigir um mausoléu gigantesco, e deu ordem que embalsamassem o seu corpo com perfumes preciosos para vencer a própria morte.
Mas o nome desse rei nos é desconhecido. Nossa face não se ilumina, nosso coração não bate mais depressa, quando dele ouvimos falar, e dia virá em que a chuva e as intempéries terão destruído até a última pedra do seu túmulo, e as tempestades de areia terão sepultado os seus vestígios como se jamais tivessem existido...
Há muito tempo, viveu também outro rei. Não tinha soldados, pois não derramava sangue nem incendiava casas, não imprimiu seu nome na rocha, mas gravou-o no coração dos homens. Estendia as mãos aos pecadores para erguê-los, depunha docemente o dedo sobre a fronte ou os olhos dos doentes para curá-los, iluminava a angústia dos pobres com o clarão da sua misericórdia. Prodigalizava a mais profunda compaixão àqueles que mais impiedosamente o perseguiam, e empenhava-se com ardor em livrá-los da maldade e do erro, por seus conselhos e exemplos. Perseverou até a cruz na paciência e no perdão.
Não construiu nenhum mausoléu como os reis da antigüidade, e, contudo vê-se em todas as grandes cidades, como nas mais humildes aldeias, erguer-se para o céu a morada consagrada aos seus serviços, e até ainda mais alta que as habitações humanas, não longe nas neves eternas, e ressoam sinos de campanários em lembrança da obra-prima de seu amor.
Vejam o poder da bondade é mais duradouro que o poder das armas. Ilumina aos que se perdem como faz a luz da casa paterna, na escuridão da floresta.
Não temam nunca que a bondade e a caridade sejam prodigalizadas em vão, mas esforcem-se por que obra inteira de sua vida seja a bondade absoluta! Uma palavra suave, um ato de amor, eis o que é imortal, eis o que triunfa da ira e do desprezo e tributa glórias a Deus nosso Pai, eis o que será celebrado em silêncio e para sempre, em todos os séculos, no coração dos pobres e dos abandonados.
Friedrich Wilhelm Foerster
Fonte: http://lucio-vergel.blogspot.com


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2 de março de 2012

A SUBLIME CONQUISTA


A mensagem mais importante que intentamos transmitir é que o homem dedique um certo tempo em cada dia a desenvolver o interno reino mental e espiritual, eliminará o mal de sua vida e o substituirá pelo bem.
Quer dizer, que meditando sobre a perfeição divina ir-se-á transformando a sua semelhança.
Deste modo, destruirá também a influência do que chamam, vulgarmente, má sorte e desgraça, que serão substituídas por um bem completo e harmonioso, desvanecer-se-á suas infelicidades e sentir-se-á cheio de profundo prazer, cuja origem reside no interno e não depende das circunstâncias exteriores. Poderá proteger-se a si e aos demais, de perigos, obstáculos e desastres.
Agindo assim age com precisão, não está lidando com teorias incertas e sim com leis imutáveis que nunca falham e nunca se alteram.
Esta é a verdadeira oração!
Não se alcança isto pelo poder da vontade, consegue-se pondo-se em harmonia com o Infinito.
O verdadeiro êxito na vida só se atinge mediante a harmonia com o Divino.
O homem é um ser espiritual, enquanto não percebe a sua própria natureza espiritual e aprende a maneira de atrair para si os poderes do Infinito, agindo em União com a sua Divina Fonte, não consegue harmonizar-se na vida.
Atraindo esses poderes e pondo-se em união com esta fonte divina, dia a dia destrói um pouco o mal de sua vida e dia a dia um pouco do bem vai substituindo esse mal.
Os resultados podem passar despercebidos no inicio, mas com o correr do tempo, tornar-se-ão evidentes, tão certos como que o sol nasce e põe-se diariamente.
Muitos exclamam: “Que vem a ser esta má influência que me persegue? Assim que a prosperidade me sorri, passo por uma decepção qualquer. Quando faço planos de uma vida feliz, surpreende-me um desastre que lança por terra todas as minhas esperanças”.
Não há, não existe, absolutamente, essa má influência, há apenas “ausência de bem”, devido a desarmonia de pensamento, que influi na vida. Tão pronto seja estabelecida a harmonia, tão pronto a vida transformar-se-á.
Demais, enquanto todo sistema de verdadeiro controle de pensamento eduque o estudante nos aspectos mais importantes, efetuam-se nele simultaneamente mudanças de menos importância, que contribuem para o êxito e estabilidade da vida.
O poder da vontade, a concentração, a determinação, a perseverança, a imaginação criadora, o pensamento rígido, a memória natural, a apreciação da beleza, a confiança em sim mesmo, o bom humor e o otimismo desenvolvem-se cada vez mais sem que o sinta.
Mencionamos estas qualidades porque são de valor manifesto para o estudante, embora pareçam insignificantes, comparadas com os grandes objetivos que, com a prática da Verdade, serão alcançados.
O reto pensar imprime exatidão e precisão à vida. Faz dela um roteiro certo e seguro.
Submete tudo a um regime que, se é fielmente executado, permite resultados de uma certeza matemática.
Não queremos dizer com isto que seja prudente cada um escolher a espécie de “bem”, que deva receber um sua vida; pois em muitos casos é melhor entregar esta decisão à Mente Divina mas a certeza e a exatidão está em que ao trabalhar firme, persistente e cotidianamente para alcançar o controle do pensamento e por-se em harmonia com a Mente Infinita, a Fonte Única de tudo e de onde tudo procede, cada um pode eliminar diariamente algum mal da sua vida e alcançar diariamente algum bem, o qual inevitavelmente transforma a vida aos poucos, edificando-a e embelezando-a.
A principio os velhos dissabores e males persistem, alguns até parecem piorar, porém, depois de algum tempo percebe-se que os ataques são menos violentos, os dissabores menos intensos, e desde então começasse a sentir uma melhora gradual e persistente, até que a vida e tudo a ela concernente transforma-se em absoluto.
Henry Thomas Hamblin
Fonte: http://lucio-vergel.blogspot.com/search/label/HENRY%20THOMAS%20HAMBLIN
 
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28 de fevereiro de 2012

ESTAR PRESENTE

Foto minha

É ser flexível
perceber seu ritmo interno
respeitar sua natureza
saber parar, estar presente
no aqui, agora
perceber a necessidade do corpo:
tanto de repouso
quanto de atividade,
perceber a necessidade da mente:
sem pensar no passado
sem estar  no futuro.
Há pessoas que praticam yoga
apenas na sala de prática
não levam a tolerância
a aceitação
o amor
para o seu dia-a-dia...
Yoga também é filosofia
entendimento, conhecimento
de si, do mundo
construção de sabedoria...
Como a lua e suas fases
o ser humano flutua
em emoções e pensamentos
atividade acelerada de mente e corpo
traz doenças e ansiedade...
Somos água, sangue
sentimento, prana...
Largue tudo por um instante, esteja aqui
conecte-se com seu ser interno
as respostas estão todas lá
sinta a energia no ar
em seu peito
em sua respiração...
no mais,
tudo vem a seu devido tempo...
OOOOmmmmmmm..._/\_

Patrícia Melo
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26 de fevereiro de 2012

O MESTRE ESPIRITUAL


Uma pergunta foi feita, esta é a verdadeira natureza de um Mestre espiritual, não é? “Sim”, respondeu Amma, “um verdadeiro Mestre espiritual é Amor e Compaixão em sua totalidade. Algumas vezes seu amor se manifesta como disciplina. Normalmente alguma dor será sentida quando alguém está sendo disciplinado, mas a compaixão do Guru remove esta dor. Quando você corrige alguém ou quando você ralha com alguém, o ego dele fica magoado, sua individualidade esmagada. Isto é o que as pessoas detestam.
Eles não querem ser chamados atenção ou ser corrigidos mesmo se eles estiverem errados. Então há dor ao sermos disciplinados. Tanto faz se é o pai disciplinando o filho, a mãe disciplinando a filha ou o professor disciplinando o aluno, a dor é inevitável.
Eles se sentirão feridos e em muitos casos reagirão. Em alguns casos, mesmo que alguém se sinta ferido ele não expressará sua reação. Ele poderá obedecer, mas ao mesmo tempo sentir uma raiva imensa por dentro. Haverá uma dor enorme dentro dele.
Ele irá querer protestar, mas devido ao medo não fará nada. Isto poderá continuar, e a dor, os sentimentos feridos, a raiva e ódio irão se acumulando em sua mente.
Em algum momento este acúmulo de emoções negativas irá explodir. É triste que isto aconteça no processo de se disciplinar alguém, mesmo quando isto é feito com amor.
Mesmo quando a disciplina nasce do amor do pai ou da mãe esta dor continuará em alguns casos sem ser curada. Por outro lado, numa relação Guru-Discípulo, não há sentimentos feridos na mente do discípulo. Não há dor, não há feridas profundas, não há raiva nem ódio na mente do discípulo. A razão é que o Discípulo aceita a disciplina e a zanga do Guru com uma atitude positiva. Ele se rende totalmente ao Guru.
Ele sabe que qualquer coisa que o Guru faça é para o seu bem maior. Mas o fato mais importante é que a compaixão do Guru tem um poder tremendo de curar.
Toda a dor, raiva, ódio e outras emoções negativas serão curadas pela compaixão do Guru. Algumas vezes o discípulo poderá se sentir ferido, sentir raiva do Guru quando o Guru ralhar com ele e o disciplinar. Mas o fluxo de compaixão que transborda do Guru irá curar estas feridas, ajudando o discípulo a ser positivo. A compaixão do Guru faz vista grossa ao ódio e a raiva do discípulo, a compaixão do Guru perdoa tudo.
Esta compaixão suprema envolve o discípulo completamente e aplaca todos os sentimentos negativos. Este efeito aplacador da compaixão do Guru ajuda o discípulo a se sentir relaxado e calmo. Desta forma ele será capaz de receber e absorver a disciplina do Guru com uma atitude positiva. A compaixão faz o discípulo sentir que ele é uma parte do Guru, que ele pertence ao Guru, que o Guru o ama imensamente e que o Guru faz tudo para o seu bem.
Sentindo o fluxo de compaixão do Guru e observando sua renúncia e altruísmo, o discípulo saberá que Ele não pode ser egoísta. Assim o discípulo não irá acumular nenhum sentimento negativo, mesmo que ele venha a sentir dor ou raiva de vez em quando.
Assim o Guru pode disciplinar o discípulo sem deixar que nenhum traço de reação permaneça dentro dele.
O pai ou a mãe não podem remover os traços reativos da mente de seu filho ou filha porque eles não tem compaixão. Porque o amor ainda não desabrochou completamente neles eles são egoístas em suas palavras e ações, assim eles forçam a disciplina em seus filhos; eles forçam suas próprias idéias sobre eles, na maioria das vezes ignorando os sentimentos de seus filhos. Entretanto o Guru não pode forçar a disciplina em seus discípulos porque Ele não é uma pessoa. Ele não é o corpo, Ele não é o ego. Ele é Consciência.
Após castigar ou punir o filho ou a filha por seus erros, o pai ou a mãe pode chamar e tratar seus filhos de uma forma bastante amorosa. Mas o pensamento de que eles ralharam com ele e o forçaram a obedecer continua em suas mentes.
Os pais realmente fazem isso; eles forçam seus filhos a fazerem as coisas de uma certa maneira ou invés de apresentarem um exemplo para eles.
Eles não podem ser de outro jeito porque eles são indivíduos limitados. Eles estão operando a partir de seus egos, eles não podem fazer outra coisa a não ser forçar sua própria vontade sobre o outro, mesmo que eles façam isso em nome do amor. Em nome do amor eles forçam seus egos em seus filhos.
Os filhos sentem isso, então, por fim, mesmo que os pais os tratem amorosa e afetuosamente, os sentimentos feridos permanecem imutáveis. O ódio e a raiva permanecem, não são eliminados.
Na relação Guru-discípulo no entanto é diferente. Após disciplinar o discípulo através de seu amor puro, o Guru o faz sentir calmo e confortável expressando sua compaixão para com ele com uma grande mesura. Isto ajuda o discípulo a ser um grande recebedor, um container muito bom; assim, ele pode continuar a ser receptivo e positivo.
Na relação Guru-discípulo, não há força. A sede do discípulo de ir além das limitações de seu ego, e o amor desinteressado do Guru e seus aconselhamentos compassivos ajudam o discípulo a deixar de nutrir a raiva dentro dele.
Quando alguém vive no amor, quando todo seu ser se transforma em amor, ele se torna compassivo. O amor preenche o coração e transborda dele como compaixão. Neste estado quando a mente e pensamentos são completamente consumidos pelo fogo do Amor Supremo, quando a mente se transforma em espaço (vazio) o que o traz de volta para baixo é a compaixão. A qualidade que faz com que a alma sinta o chamado dos que estão tateando na escuridão é a compaixão. O que mantém o corpo de um Mahatma neste mundo de pluralidade é a compaixão. Amor e compaixão são basicamente a mesma coisa. Eles são dois lados da mesma moeda. A Mãe parou por um momento e durante este tempo um Brahmachari espontaneamente cantou uma canção em honra à Amma. Enquanto cantava, ele derramava lágrimas e alegria e devoção...
Fonte: http://lucio-vergel.blogspot.com/search/label/MATA%20AMRITANANDAMAYI
Imagem: http://mattstone.blogs.com/photos/asian_icons/index.html

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