30 de julho de 2015

O PREÇO DE EMPREENDER UMA VIAGEM INTERIOR




Sempre costumamos ouvir que as melhores coisas não têm preço. Todos sabemos que viajar nos traz experiências e é uma forma excelente de se abrir ao mundo e conhecer novas culturas. Em muitas ocasiões, fazemos as malas para fugir. Compramos uma passagem, uma semana de hotel, um circuito turístico… pagamos para fugir, descansar e afastar-nos do que somos diariamente e de nossas obrigações. 
É o que às vezes chamamos de “cultura da fuga”: fugir momentaneamente do que somos e de nossos problemas sociais. Em diversos momentos, nem é preciso emitir uma passagem a outro lugar para escaparmos, o fazemos frequentemente através da televisão, das redes sociais… desconectamos para descansar. Não é algo ruim, em absoluto, mas de vez em quando também é bom praticar outro tipo de viagem, aquela que vai ao nosso interior. Convidamos você a embarcar nela…
A viagem introvertida 
O que é uma viagem introvertida? Nome singular para uma aventura interessante. Não é preciso deslocar-se a um lugar físico. Não precisamos de malas nem daquele papo de vendedor com promessas de cenários paradisíacos a preços incríveis. Esta viagem é para outro lugar e percorre um trajeto interno, em direção à introversão.
Advertimos que é uma viagem arriscada, na qual podem existir medos e na qual você explorará seus próprios mapas. Você adentrará um terreno psicológico e espiritual em que adquirirá conhecimento sobre si mesmo/a. Quanto tempo faz que não pensa em si mesmo/a? As obrigações diárias, o trabalho, as pessoas ao nosso ao redor, estas por quem vivemos, por quem sofremos e a quem amamos. Nosso cenário social e pessoal é importante, imprescindível. Mas o nosso micro-universo emocional também é.
Como você se sente atualmente? Em que etapa da vida você se encontra? Você atingiu suas aspirações e conseguiu realizar seu sonhos? Do que você precisa para ser feliz? A viagem interior é um trajeto habitado por perguntas para as quais é necessário encontrar respostas. Alcançar o autoconhecimento nem sempre é fácil, requer tranquilidade e vontade de olhar para dentro de si mesmo.
O mapa interior
O psiquiatra Eric Bene costumava perguntar aos seus pacientes: “Onde está sua mente enquanto seu corpo está aqui?”. Uma questão tão certa quanto desafiante. Pergunte-se de vez em quando, talvez você acabe dando-se conta de que costuma fugir frequentemente com a sua mente, desejando outras coisas e deslocando-se para outros cenários. Se sua realidade não se ajusta ao que a sua mente sonha, talvez deva reconsiderar algumas coisas de sua vida. Eis aí está o risco da “viagem interior”. Ela nos permite abrir as portas que em alguns momentos machucam, nos obriga a percorrer um mapa que nem sempre é linear, o qual está traçado à base de retrocessos e de estranhos cantinhos de nós mesmos a serem descobertos. 
Mas, como podemos empreender esta viagem interior? Essa é a pergunta que você deve estar formulando. Existem muitas formas, o mais importante é que tenhamos tempo e vontade de investir em nós mesmos, em nos escutarmos:
– Observe sua conduta, pergunte-se por que você faz determinadas coisas e por que não faz outras que talvez deseja.
– Pratique a introspecção e a reflexão pessoal.
– Analise suas fantasias, seus desejos diários. Pare e identifique quais são suas necessidades.
– Busque lembrar-se de seus instantes de felicidade e também de seus momentos dolorosos. Pergunte-se como você se sente agora.
– Descanse. Pense. Medite. Encontre pelo menos uma hora diária para si mesmo/a em silêncio, vá mais fundo nesse oceano pessoal em que sempre vale a pena ancorar de vez em quando.
Fonte: http://amenteemaravilhosa.com/preco-empreender-viagem-interior/

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28 de julho de 2015

O QUE ACONTECE QUANDO NOSSAS EMOÇÕES FICAM GUARDADAS NO CORPO




Nunca é tarde demais para prestar atenção nas emoções não expressadas que arquivamos no corpo, que se manifestam através de dores, desconforto e tensões.
Quando olhamos para a linguagem que usamos para falar das nossas reações emocionais, normalmente existe uma sensação física associada a elas: um caroço na garganta, borboletas no estômago, falta de ar, o peso do mundo nos ombros. Isso não é mera coincidência. Essas reações viscerais são mensagens do nosso corpo.
Chamamos de “conexão entre mente e corpo”. Essas reações são associadas com o uso da mente – através de pensamentos positivos – para ajudar a melhorar o estado geral do corpo, sua imunidade e provocar sensação de bem estar. Embora usar a mente para atingir o corpo seja extremamente útil e preciso, não podemos ignorar que nosso corpo pode também ser uma forma de acessar e tratar nossas emoções mais escondidas.
A maioria de nós pode se lembrar de um tempo quando expressar uma emoção era desencorajado pelos adultos que nos cercavam. Pais ainda dizem para as crianças que “sejam valentes”, ou “engulam o choro”. Ou ainda diminuem suas sensações de dor com o clássico “não foi nada”. Nossos corpos simplesmente gravam aquilo que acontece com nossas emoções – mesmo que tenhamos sido convencidos intelectualmente a lidar com elas, ou a ignorá-las. O impacto físico e emocional de dores e sentimentos não expressados é algo que perdura. Fica marcado.
Na imagem acima há uma ilustração de padrões típicos de emoções guardadas no corpo, reconhecidas pelas entidades de trabalhos corporais. Cada pessoa desenvolve também seus padrões individuais, mas esses são alguns dos padrões mais comuns:
Nossos corpos sabem das coisas que nossas mentes gostariam de se livrar. Das coisas que estão esquecidas em algum nível de consciência, estão sempre presentes concretamente no corpo. A boa notícia é que nunca é tarde para acessar esses assuntos, e que os resultados de um olhar para o corpo, podem afetar tanto o plano físico como o mental e emocional.
Alguns passos que você pode dar para liberar emoções mal resolvidas:
1) Encontre uma atividade física diária que você goste. Perceba, não se trata de “faça exercício”. Cuidar do corpo é importante, mas a intenção aqui é ser feliz, através do olhar para o corpo. Portanto tem que ser alguma atividade que amamos fazer. É interessante também que seja algo que acalme um pouco a mente. Muitas pessoas encontram na ioga, nas corridas e outras atividades do gênero esse componente meditativo. Pode ser simplesmente uma caminhada silenciosa de dez minutos, onde você pode prestar atenção na sua respiração e outras sensações corporais.
2) Receber algum trabalho corporal com frequencia. Massagens terapeuticas são uma das formas mais efetivas de se liberar emoções guardadas. Quando alguém trabalha nos nódulos do pescoço, onde guardamos estresse e raiva por tanto tempo, as emoções começam a vir à tona. É comum ver clientes chorando nas mesas dos massagistas. É importante somente lembrar que os profissionais de terapias corporais não são psicoterapeutas, portanto são tidos como agentes auxiliares para liberar as emoções e iniciar o processo de cura, individual de cada um, que pode necessitar em outro momento de ajuda de outros profissionais.
3) Fazer do toque parte integrante de nossos relacionamentos primários. Isso soa simples, óbvio até. Mas infelizmente podemos nos deixar levar pela cultura do “não-me-toque”. Menos e menos das nossas interações diárias envolvem o toque. Na medida que apoiamos nossas estratégias de comunicação nas mídias sociais e demais tecnologias, nossos relacionamentos tem menos contato corpo a corpo do que precisamos. Encoste nas pessoas, nos braços ou ombros, quando fala com elas. Cumprimente os amigos com um abraço. Vá jogar basquete com os amigos, ao invés de assistir na TV. Quando começarmos a compreender que não somos mentes presas dentro de um corpo, e sim mente e corpo atuando em perfeita harmonia, podemos começar a curar velhas feridas de uma forma mais profunda e duradora.
Via: http://www.redeubuntu.com.br
Artigo Original de Kate Bartolotta em The Good Men Project
Tradução Livre por Anne Rammi
Fonte: http://www.radiovivazen.com/


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26 de julho de 2015

3º CHAKRA - MANIPURA - PLEXO SOLAR - PODER



Amigos, tal como prometido, vamos embarcar juntos nesta aventura energética.
E  continuamos a subir pelas nossas fontes de energia e hoje chegamos a um dos mais importantes chakras do nosso corpo : o chakra do Plexo Solar. O nosso centro, a nossa ligação com os outros e com a energia universal.
Aqui falamos do nosso fogo interior, aquilo que nos move, a nossa capacidade de ou não de lutar pelos nossos objetivos, traçar metas e caminhar de forma consciente na sua direção.
Eu vejo este chakra como uma espécie de cordão umbilical, que nos liga ao universo, o que nos liga aos outros, é por aí que nos alimentamos, e também por isso ele está no estômago. Ou seja, assumimos por aí a nossa responsabilidade em relação às nossas fontes de alimentação. À energia que queremos que flua de nós e para nós!
Ele gere as nossas emoções, a felicidade, a alegria, a cólera, a agressividade, a dor… é por isso que sentimos tantas vezes aquele nó no estômago, o frio na barriga… e as borboletas…eu gosto tanto das borboletas no estômago!
Deixo aqui uma referência a um filme que adorei, e que meia volta pergunto: Já viste o Comer, Orar e Amar? Ora bem, o seu mestre dizia-lhe para ela rir com o fígado…eu acho que não preciso de explicar porquê!
cor: Amarelo
símbolo: lótus de 10 pétalas
elemento: Fogo
planeta: Sol, Saturno
som/mantra: RAM
nota musical: MI
onde atua: o estômago, baço, pâncreas, fígado e vesícula biliar, vértebras lombares, aparelho digestivo, irradiando horizontalmente para as costas na zona lombar
cromoterapia: Amarelo claro e vibrante. Dourado.
minerais: Citrino, Topázio, Pedra do Sol, pode-se usar, também, a Pirita.
Seu nome, em sânscrito, é Manipura, que significa “Repleto de Jóias”.
Este chakra que se situa 2 dedos acima do umbigo, fala-nos de poder, do nosso poder pessoal.  Fala do nossos sistema nervoso, e dos nossos conflitos internos. Por isso como podem ver, é um chakra que convém cuidar com muito amor e carinho.
É a nossa alavanca para dar passos em frente, por isso somos responsáveis em alimentar este fogo para mantermos esta energia saudável e forte que nos faz ser grandes! É o nosso motor, e tal como num carro, ele tem que ser cuidado para que possamos seguir caminho sem percalços e sem precisar de um reboque…se bem que há muita gente que ainda anda a reboque dos outros e da vida…precisar de ajuda é uma situação natural, depender dela, lá está…é uma dependência.
Aqui armazenamos a nossa energia mística, aqui nos são favorecidos os contatos com os nossos guias. Bom para desenvolver a telepatia e para proteção das energias negativas.
Da próxima vez que estiver de frente para alguém, pense com consciência naquilo que está a transmitir e a receber.
Por isso quando vir uma pessoa irada a disparar em todas as direções pergunte-lhe: já sorris-te hoje? Ou alguém completamente absorto nas suas dificuldades, pergunte: já sorris-te hoje? E já sorris-te com o fígado?
Vão deixá-los a pensar e com o foco em algo bem mais positivo!
Características: quando está equilibrado e com uma boa vibração ensina-nos o que tem a ver com: vontade, poder pessoal, autoridade, energia, controle do desejo, autocontrole, brilho (esplendor), calor humano, despertar, transformação, humor, riso, imortalidade. Pessoas com esta boa vibração dão valor a si mesmas, têm uma boa auto estima, percebem os seus limites e respeitam-se e respeitam os dos outros. Vivem pela igualdade, pela felicidade! Pela união e pela sabedoria que a vida precisa de nós para acontecer da melhor maneira.
Aspectos Negativos: isto sucede quando tem uma baixa vibração: stress, baixa autoestima, enfatizar muito poder e/ou identificação, fúria, medo, ódio. Aqui pode nascer a cólera, que depois leva à agressão e que gera e mantém conflitos internos. Isto depois cria um efeito bola de neve, e a uma noção de excesso de poder em que achamos que podemos controlar os outros. Isto leva a tirania, e a tirania leva-nos a situações de dor e de perda…e a primeira perda é a pessoal…mas a pessoa vive iludida que não. Também pode por outro lado, levar a que pessoa seja submissa, covarde e até tímida.
Por isso se sentir todas estas coisas menos boa, centre-se no seu chakra do plexo solar é possível que esteja bloqueado.
Tente perceber o motivo da sua fúria, da sua cólera. Não consegue resolver, não consegue perdoar? Anda muito esgotado? Que tal arranjar mais tempo para si! Sente que gosta de ter sempre razão, ou então que todos têm a mania que podem resolver e mandar na sua vida? Vive amargurado? Quando se olha ao espelho não gosta do que vê? Acha que mostrar as emoções é coisa de fracos?
Sim? Porquê? E responda também:  em que é que estes medos condicionam a minha vida?
Correspondência física:
Estômago, intestino, e a todos os órgãos do aparelho digestivo, afeta o sistema nervoso e simpático
– QUANDO BLOQUEADO:  afeta em geral o aparelho digestivo: como úlceras, gastrite, doenças que afetam o fígado, diabetes, hipoglicemia, doenças dos ossos, paralisia, gota, dores de cabeça.  Mau funcionamento do diafragma, doenças do pâncreas, vesícula, coração, circulação, colesterol, ansiedade, insônia, medos e culpas
Técnicas para abrir o chakra sacral:
– Dançar!!! Eu não digo que quem dança é muito mais feliz! Ritmos latinos, talvez por isso o meu espírito me levou para Zumba!
– Caminhar, sentindo o contato com o sol.
– Saia, tome banhos de sol! Sinta a energia do astro rei purificar todo o seu ser.
– Ouvir música alegre. Por exemplo: as 4 estações de Vivaldi.
– Vestir roupa amarela.
– Silenciosamente, pronuncie: “RAM”.  E vá relaxando, pensando no Chakra e no significado dele e em como ele afeta (ou deveria afetar) sua vida. Continue fazendo isso até relaxar completamente.
E você já parou para pensar na sua autoestima e em todos os murros que leva no estômago?
Já sorriu hoje?
(...)
Fonte: https://saraisha.wordpress.com/2014/05/27/3o-chakra-manipura-plexo-solar-poder

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