13 de setembro de 2009

Como criamos a saúde e a doença?

Entendendo a Unidade Corpomentespírito

Estamos acostumados a entender as doenças de
um ponto de vista
médico e biológico. Do ponto
de vista psicológico, o que acontece conosco?

Para entender este processo precisamos ver a doença
não como algo
que vem de fora e nos ataca. Até
mesmo os vírus e bactérias, que
infestam o mundo,
só nos agridem quando abrimos as portas devido a

uma baixa no sistema imunológico. É importante sairmos
do papel de
vítima para o de responsável, se quisermos
ter auto-controle. Isto requer
uma abertura mental para
uma mudança de perspectiva sobre o ficar

doente e também coragem para ver o que escondemos
de baixo do tapete.

É difícil e às vezes doloroso entrarmos em contato
com nossa sombra.

A doença não é uma inimiga mas um estado e pode
até mesmo
cumprir um papel de mensageira com
informações importantes a seu
próprio respeito.
As doenças surgem quando não estamos conscientes
de conflitos
internos existentes, quando não expressamos
as emoções adequadamente
ou quando estamos
interrompendo o fluxo energético da vida.

Somos uma unidade corpomentespírito, a doença
vem sinalizar uma
separação, alguma parte não integrada
e não consciente em nossa vida. A
somatização significa
converter ao corpo a expressão que não se realizou.

A doença vem chamar atenção para algum aspecto de
nossa vida que
precisa ser merecidamente cuidado tanto
no físico como no psicológico.

Mesmo as doenças herdadas geneticamente possuem uma
correspondência emocional, algo que permeia o sistema
familiar. Não existe
destino fatalístico. É possível decidir
pela vida e honrar sua ancestralidade
de uma forma
mais saudável.

As doenças de uma maneira geral servem para: dedicarmos
um pouco
mais a nós mesmos, uma parada na aceleração
do dia a dia, ganhar a

simpatia e a atenção dos outros, sermos cuidados.

A Metáfora da Doença
Algumas pesquisas feitas apontam o simbolismo das
doenças como um
correspondente psicológico comum
entre os seres humanos: Infecções
estão associadas a
conflitos internos, doenças em órgãos pares – como os

pulmões, rins e genitais estão associados a conflitos de
relacionamento,
doenças que envolvam a respiração como
a bronquite asmática associam-
se a questões entre dar e
receber, dores de cabeça tem a ver com
excessos de preocupação,
doenças de pele com problemas de contato, etc.

É importante frisar que algumas correlações são muito
pessoais pois
cada um tem uma história de vida, portanto
é necessário que cada um
interprete através de seu
auto-conhecimento, a sua forma única de
expressão corporal.

Aprendendo a se curar
Uma vez que haja a consciência da mensagem da doença
é possível
trabalhar sobre si mesmo na direção da cura.
Se você criou a doença
você pode criar a saúde. O trabalho
indicado para esta transmutação
é o de visualização e
criação de imagens mentais. Esta linguagem
subjetiva é
mais comumente experienciada nos sonhos. Portanto é um

convite a sonhar acordado.
O importante do trabalho com imagens é que ele provoca
uma
mudança fisiológica. Basta vivenciar para comprovar.
A mente bem
focada conduz à cura no corpo. A Medicina
Ocidental insiste em tratar
as doenças somente com
medicamentos, principalmente nos casos de

depressão. Isto tira o poder pessoal de auto-cura e o
comprometimento da pessoa com sua própria saúde.
Podemos mais do que pensamos que podemos.
Antes da criação de imagens é necessário relaxar.
A maior parte de
nossos mal estares cotidianos vem da
dificuldade de relaxar. Através da
respiração resgatamos
o nosso maior contato com o corpo, fazendo a
energia
fluir livremente de novo. A Meditação já é aconselhada
por médicos
hoje para pessoas hipertensas.
A intenção que colocamos também é poderosa e só
de dedicarmos um
tempo a cura, já chamamos por ela.
A saúde não é apenas ausência de doença, é a capacidade
que temos
de viver a vida de uma forma feliz e prazerosa.
Devemos cuidar dela
prevenindo e mantendo uma boa
qualidade de vida. O resgate da
espiritualidade em
nossas vidas, além de paz traz a consciência da unidade

que somos e de que é possível viver na plenitude da
integração consigo
mesmo, com o outro e com o universo.

Sílvia Rocha
Fonte: http://www.espasaude.com.br/materias001.htm


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