22 de setembro de 2009



Para onde foi o universo? Quem o fez desaparecer?
Em que ele se reabsorveu?
Há pouco o percebia, e eis que se desvaneceu.
Que estranha maravilha!
Por toda parte vejo apenas o Oceano da Realidade,
que o néctar da felicidade absoluta
preenche até as bordas.
Nada há a rejeitar. Nada há a aceitar.
Nada há que não seja o Eu...
Bem-aventurado sou, atingi
o objetivo da existência,
escapei à prisão da transmigração...
por fim, as correntes se partiram!...
Estou em paz; sou ilimitado.
estou livre de impurezas. Sou eterno...


Vivekachudamani, 483-488
Fonte: Visões do yoga, P. Kupfer, pág. 164

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