26 de setembro de 2009

Sem auto-análise o homem vive como um robô


Milhões de pessoas nunca analisam a si próprias. mentalmente, são produtos mecânicos da fábrica do ambiente em que vivem, preocupadas com o café da manhã, almoço e jantar, trabalhando, dormindo, indo daqui para ali para se divertirem. Elas não sabem o que, nem por que estão procurando, e tampouco compreendem por que jamias encontram felicidade perfeita ou satisfação duradoura. Esquivando-se da auto-análise, permanecem como robôs, condicionadas pelo seu meio. A verdadeira auto-análise é a melhor arte do progresso.
Todos deveriam aprender a se analisar imparcilamente. Anote diariamente seus pensasmentos e aspirações. Descubra o que você é - não o que imagina ser! - porque quer fazer de você aquilo que deveria ser. A maioria das pessoas não muda porque não vê seus próprios erros.
Cada um é produto da herditariedade e do  ambiente. Se você nascer nos Estados Unidos, apresentará características americanas inconfundíveis. Se nascer na China ou na Inglaterra, provavelmente refletirá as influências dessas nacionalides, seu ambiente é o resultado de sua verdadeira hereditariedade - traços e desejos adquiridos em vidas passadas. Essa herança de encarnações anteriores levou-o a nascer extamente na família e no ambiente em que agora se encontra.
Quando lemos sobre famílias de pessoas importantes, notamos freqüentemente que os filhos de grande homens não são, necessariamente, da mesma fibra mental que os pais. Esta falha na hereditariedade  biológica do homem suscita uma grande dúvida em nossa mente: por que não encontramos, na vida humana, os mesmos resultados que observamos nos reinos vegetal e animal, onde bons ancestrais costumam produzir bons descendentes? Temos de investigar a vida interior do homem para obter a resposta.

Paramahansa Yogananda, in
A Eterna Busca do Homem, pág. 73-74
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