31 de outubro de 2009

BIOGRAFIA DE SANTA TEREZINHA



O pai de Terezinha chamava-se Luis José Estanislau Martin e sua mãe, Zélia Guérin. Ela nasceu MARIA FRANCISCA TERESA, em Alençon, na França, no dia 2 de Janeiro de 1873 e era a caçula de uma família com nove (9) filhos:  
Maria Luisa, Maria Paulina, Maria Helena (faleceu aos 4 anos e meio de idade), José Maria Luis (faleceu aos cinco meses de vida), José Maria João Batista (faleceu antes de completar nove meses de nascimento), Maria Celina, Maria Melânia Teresa (falecida aos três meses de idade) e ela, Terezinha. 
Depois da morte da mãe, em 28 de agosto de 1887, Teresa transfere-se com toda família para a cidade de Lisieux, onde, cercada pelo afeto do pai e das irmãs, recebe uma formação ao mesmo tempo exigente e repleta de ternura. Por volta do final de 1879, aproxima-se pela primeira vez do sacramento da penitência. No dia de Pentecostes de 1883, tem a singular graça da cura de uma grave enfermidade, pela intercessão de Nossa Senhora das Vitórias.
Educada pelas Beneditinas de Lisieux, recebe a primeira comunhão em 8 de maio de 1884, depois de uma intensa preparação, coroada por uma singular experiência da graça íntima com Jesus. Poucas semanas mais tarde, no dia 14 de junho do mesmo ano, recebe o sacramento da Crisma, com viva consciência daquilo que comporta o Dom do Espírito Santo na pessoal participação na graça do Pentecostes. No Natal de 1886, vive uma experiência espiritual muito profunda, que qualifica como "completa conversão". Graças a ela, supera a fragilidade emotiva, conseqüente da perda da mãe, e inicia "uma corrida de gigante"  na vida da perfeição. Teresa deseja abraçar a vida contemplativa,  como as suas irmãs Paulina e Maria , no Carmelo de Lisieux, mas é impedida devido à sua pouca idade.  Por ocasião de uma peregrinação na Itália, depois de ter visitado a Casa Santa de Loreto e os lugares da cidade Eterna, na audiência concedida pelo Papa aos fiéis da diocese de Lisieux, no dia 20 de novembro de 1887, com  filial audácia pede a Leão XIII a permissão de entrar no Carmelo com 15 anos de idade. No dia 9 de abril de 1888 entra no Carmelo de Lisieux, onde recebe o hábito da Ordem da Virgem em 10 de janeiro do ano seguinte, e emite a sua profissão religiosa no dia 8 de setembro de 1890, festa da natividade da Virgem Maria. Descobre e comunica às noviças confiadas aos seus cuidados a pequena via da infância espiritual, em cujo progresso ela penetra sempre mais no mistério da Igreja e, atraída pelo amor de Cristo, vendo crescer em si a vocação apostólica e missionária, que a levaram a atrair consigo todos ao encontro com o "Esposo divino".  No dia 09 de junho de 1895, na festividade da Santíssima Trindade, oferece-se vítima de holocausto ao amor misericordioso de Deus. Em 03 de abril do ano seguinte, no dia entre a Quinta-feira e Sexta-feira Santa, tem uma primeira manifestação da doença, que a levará à morte. Teresa acolhe-a com como a misteriosa visita do "Esposo Divino".  Ao mesmo tempo, começa a prova de fé, que durará até a sua morte. Tendo piorado a sua saúde, em 08 de julho de 1897 é transferida para a enfermaria. As suas irmãs e outras religiosas recolhem  as suas palavras, enquanto os sofrimentos e as provas, suportados com paciência, se intensificam até culminarem com a morte, na tarde de 30 de setembro de 1897. "Eu não morro, entro na vida". As últimas palavras: "Meu Deus, eu te amo"  são o selo da sua existência, com vinte 24 anos de idade, deixa este mundo, para viver no céu. A santa dissera que uma chuva de rosas (bênçãos) cairia sobre a Terra após a sua morte. E não demorou para os milagres começarem a aparecer. A cura de um seminarista em Lisieux em 1906 e a cura de uma religiosa nos Baixos Pireneus em 1919 são apenas dois dos vários considerados indiscutíveis pela Igreja. Foi canonizada pelo Papa Pio XI, em 17 de Maio de 1925 e proclamada Padroeira das Missões em 14 de Dezembro de 1927. Por ocasião da celebração do Centenário de sua morte, em 19 de Outubro de 1997, o Papa João Paulo II a declarou “Doutora da Igreja”.

A Igreja celebra anualmente sua Festa no dia 1º de Outubro.
Santa Terezinha do Menino Jesus, também conhecida
como Santa Terezinha das Rosas. Origem das Novenas: O Rev. Padre Putigan, S.J., no dia 3 de dezembro de 1925, começou uma novena em honra de Santa Tereza do Menino Jesus, pedindo à milagrosa Santa uma graça importante. Nesta intenção começou a rezar, durante a novena, 24 Glória ao Pai, em ação de graças à SS. Trindade, pelos favores e graças concedidos a Santa Tereza do Menino Jesus, durante os 24 anos de sua existência terrena. Pediu o Padre à Terezinha que lhe desse um sinal de que a sua novena era ouvida, e este sinal seria receber ele uma rosa fresca e desabrochada. No terceiro dia da novena uma pessoa amiga procura o Padre Putigan, e lhe oferece uma linda rosa vermelha. 

Fonte: http://maisabazzanini.com/santos/santaterezinha/staterezinha.htm



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Um comentário:

Elzenir disse...

Olá, Padma, adoro conhecer a história de vida dos santos, percebemos que levavam uma vida parecida com a nossa; a diferença é que se entregavam mais ao criador. Bjs