15 de outubro de 2009

O pequeno Eu


O nosso pequeno Eu precisa de tanta dedicação e reconhecimento quanto o nosso corpo, o nosso espírito e a nossa alma. Confesse que realizaou algo da melhor maneira possível ou, eventualmente, que é possível melhorar ainda mais o seu desempenho. Noso pequeno Eu precisa aprender a distinguir e, para isso, ele precisa de confiança, ou melhor, de autoconfiança. Ele tem de sentir que pode contar com recursos próprios. Para tanto lhe convém saber que tem  o poder de criatividade. Quanto mais seguro ele se sentir, quanto maior for o seu contato com o potencial interior, tanto mais livre ele será.
No entanto, se ele se detiver só no que conhece, só no que experimentou, no que é previsível, ele mesmo se posicionará no nível mais baixo do seu Ser - e tudo o que for estranho, desconhecido, inexplicável será desvalorizado, recusado. Surgirá o medo. Em outras palavras: as incertezas provém do medo.
Nosso Eu pode decidir o tamanho que deseja atingir. Ele pode optar pelo grande amor ou escolher a guerra.
Ele pode se afogar nas convenções sociais ou se tornar criativo e construtivo. Pode passar a vida inteira com medo e só se decidir pelas coisas seguras, ou pode tentar obter alegria e sucesso.
Porém, quando o pequeno Eu se separa da amplidão, da luz, da confiança ou do amor, ele se separa, ao mesmo tempo, do seu potencial criativo. Se, ao contrário, aprender a ouvir a voz interior, a confiar na força criativa da luz e se abrir às novas possibilidades, ele se associará à criação universal, tornando-se calmo e seguro.
Você deve lhe dar essa chance!

Stephanie Merges, in
A vida como um processo de aprendizado
Share/Bookmark

Nenhum comentário: