31 de outubro de 2009

BIOGRAFIA DE OSHO



Osho nasceu em 1931 na Índia. Viveu até os 7 anos com seus avôs, que lhe deram total liberdade e o apoiavam na procura pela verdade da vida. Após a morte do avô, em 1938, Osho volta a viver com os pais e com a avó, que mais tarde tornaria-se sua discípula e amiga fiel. Sua avó morre em 1970. Aos 14 anos Osho inicia sua iluminação, processo que chega ao cume em 1953, ano em que Osho atinge os mais elevados picos de consciência. Ou seja, chega a iluminação. Neste período Osho declara: "Não estou mais buscando, procurando por alguma coisa. A existência abriu todas as suas portas para mim. Nem ao menos posso dizer que pertenço à existência, porque sou simplesmente uma parte dela... Quando uma flor desabrocha, desabrocho com ela. Quando o Sol se levanta, levanto-me com ele. O ego em mim, o qual mantém as pessoas separadas, não está mais presente. Meu corpo é parte da natureza, meu ser é parte do todo. Não sou uma entidade separada."  Em 1956 gradua-se na Universidade de Saugar em filosofia. Osho desasfia filósofos e políticos em debates filosóficos. Assim fica conhecido na Índia como Bagwan (o abençoado). Neste momento histórico cultural Osho torna-se conhecido entre o movimetno contracultural, movimento questionador da cultura hipócrita e limitadora. A partir de 1970, ele começa a "iniciar" as pessoas no Neo-sânias, um caminho de comprometimento com a pesquisa sobre si mesmo, a meditação e a expansão do amor e da consciência.  Através deste movimento Osho começa a ganhar fama internacional. Em 1974 abre sua comuna em Pune que transformou-se na meca daqueles que buscavam a verdade. Neste período sua saúde sofre e Osho tem problemas de coluna. Com a expectativa de uma possível cirurgia, Osho vai até os EUA. Chegando lá, seus fieis discípulos adquirem um enorme terreno em Oregon e chama Osho para viver lá. Em pouco tempo sua comuna em Oregon, se torna um Oásis no meio do deserto, atraindo milhares de pessoas para os campos de meditações e palestras. Considerado um homem perigoso, Osho foi perseguido pela polícia dos EUA. As razões da perseguição que Osho começa a sofrer por parte do governo americano nunca foram totalmente explicadas, mas podem ser presumidas comparando-se os ensinamentos e pregações do hindu e a rígida moral protestante dos EUA, especialmente naquele estado do meio-oeste do país. A comunidade Rajneeshpuram, orientada por Osho, praticava o sexo tântrico, no qual a entrega dos corpos ultrapassa os limites conhecidos pelo Ocidente. Para as autoridades americanas, aquele nível de aprofundamento não passava de bacanais, e os relaxamentos e meditações pareciam provocados por drogas pesadas. Em 29 de outubro de 1985, Osho foi preso em Charlotte, Carolina do Norte, sem um mandado de prisão. Sua viagem de volta ao Oregon, onde seria julgado - normalmente um vôo de cinco horas - demorou oito dias. Por alguns dias ninguém soube do seu paradeiro. Em meados de novembro, seus advogados aconselharam-no a confessar-se culpado por duas das trinta e quatro "violações de imigração" das quais era acusado, para evitar que sua vida corresse maiores riscos nas garras do sistema jurídico americano. Osho concordou. Foi multado e obrigado a deixar os Estados Unidos, com retorno proibido pelos próximos cinco anos. Deixando o país no mesmo dia, Osho voou para a Índia em avião particular, onde permaneceu em repouso nos Himalaias. Uma semana mais tarde, a comuna do Oregon resolveu dispersar-se. Nessa época, Osho enfrentou uma verdadeira "via crucis" para poder fixar-se num lugar, pois onde quer que tentasse estabelecer-se tinha sua permanência negada pelas autoridades, por visível influência do governo norte americano. Ao todo, vinte e um países o expulsaram ou negaram o visto de entrada. Em julho de 1986 Osho voltou a Bombaim, na Índia, onde ficou hospedado por seis meses na casa de um amigo indiano. Na privacidade da casa de seu anfitrião, ele retornou aos seus discursos diários. Em janeiro de 1987, mudou-se para o seu "ashram" em Poona, Imediatamente após sua chegada, o chefe de polícia de Poona ordenou-lhe que deixasse a cidade, sob a alegação de que era uma "pessoa controversa" que poderia "perturbar a tranqüilidade da cidade". Tal ordem foi revogada no mesmo dia pela Suprema Corte de Bombaim. No seu trabalho, Osho falou praticamente sobre todos os aspectos do desenvolvimento da consciência humana. Seus discursos para discípulos e buscadores de todo o mundo foram publicados em mais de seiscentos e cinqüenta títulos e traduzidos para mais de trinta línguas. Ele diz: "Minha mensagem não é uma doutrina, não é uma filosofia. Minha mensagem é uma certa alquimia, uma ciência da transformação; assim, somente aqueles que estão dispostos a morrer como são e a renascer em algo tão novo que agora nem podem imaginar, somente essas poucas pessoas corajosas estarão prontas a me ouvir, porque isto será perigoso. Ouvindo, você dá o primeiro passo em direção ao renascimento. Por isso, a minha mensagem não é uma simples comunicação verbal. Ela é muito mais perigosa. Ela é nada menos do que a morte e o renascimento." De Sigmund Freud a Chuang Tzu, de George Gurdjieff a Buda, de Jesus Cristo a Rabindranath Tagore, Osho extraiu de cada um a essência do que é significativo na busca espiritual do homem, baseando-se não apenas na compreensão intelectual, mas sim na sua própria experiência existencial. Osho deixou seu corpo em 19 de janeiro de 1990.
Fonte: http://www.mariebize.com.br/artigo_01b.htm



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