A Aventura da Vida e da Morte
A passagem do mundo físico para o mundo astral guarda grande semelhança com uma aventura de canoagem: depois de sermos “arrastados“ para outra dimensão, deparamos-nos com a tranquilidade e a beleza duma nova paisagem.
Alguma vez vocês praticaram canoagem? Canoagem é um dos desportos que provoca maior excitação e sentido de aventura. Reúnem-se alguns amigos num grande barco de borracha, esperando-se que haja alguém que conheça rios, especialmente aquele rio que vocês estão. Entram no barco e lançam-se à água. No começo, é bem calmo; vai flutuando, é agradável mergulhar a mão na corrente lenta e tranquila e olhar para o céu cheio de paz. Então, vem uma curva e vocês sentem uma corrente um pouco mais forte carregando o barco. E depois da próxima curva ouvem um estrondo: os riachos de alta velocidade! Esta é a razão de estarem praticando canoagem, mas, ainda assim, há um sentimento orgânico de medo do desconhecido nos seus corações. É muito provável que desejem livrar-se disso! Mas, agora, a corrente está puxando muito rapidamente e não há como desistir. São sugados para a garganta com a sua poderosa e estrondosa turbulência, e nada mais há a fazer a não ser deixar que a corrente vos puxe a desfrutar o que está a acontecer. O barco bate de um lado, de outro e gira; recebem jorros de água espumante; então, tão repentinamente quanto começou, termina. Saíram da garganta e, ali estão, flutuando serenamente de novo, com uma nova vista em torno, novas árvores, novos penhascos e assim por diante.
Passar deste mundo físico da vida mortal para o mundo astral é, de muitos modos, parecido com isso – exceto pelo fato da aventura da vida e da morte nos levar pela “garganta” da coluna vertebral, pela passagem astral do olho espiritual, para a outra dimensão.
A maior parte das pessoas "flutua" pela vida parecendo não ter consciência de que algum dia vão morrer; acreditam que, de algum modo, serão imortais neste corpo. O assunto é um tabu; ninguém quer pensar nele. Mas Paramahansa Yogananda disse que a dor envolvida primordialmente na morte é psicológica, causada pelo apego. Como dizem as escrituras indianas:
“Não tenha medo da morte, tenha medo do apego.”
Monge Satyananda
Fonte: http://www.kriyayoga-mahavatarbabaji.com














8 comentários:
Frias pedras, negro basalto
Sentinelas do receio à tempestade
Testemunhas da viajem do tempo
Cobertas de sal, guardiãs da verdade
Mas, não há duas reais verdades
Não há rios que correm para o alto
Não há amor num coração que mente
Não há ternura sem viver o momento
Vem viver a minha cidade inventada
Doce beijo
Olá querida
A passagem é dolorida para ambas as partes.
Um dia tudo vai ser natural, estamos aprendendo.
Com muito carinho BJS.
Nós temos que trabalhar a IMPERMANÊNCIA... Mas é tão difícil...
Abraço a todos
Mariza :-)
Cara Poetisa
O seu espaço trouxe-me paz. parabéns
Padma,
Nunca pratiquei canoagem,mas pelos filmes que assisti, da para se ver que é pura adrenalina.
Vc foi feliz na comparação, pois tal como a vida onde existe as curvas perigosas, depois da aceitação,o perigo passa e sobrevem a paz. Não quero morrer ainda, mas não tenho medo da morte, bem sei que ela pode me esperar ali na esquina como quem não quer nada.
bjs
Acho que viver intensamente esta vida é a melhor maneira de entendê-la. Vc jpa beijou na chuva? Responda em meu blog. Bjs
adoreiiiiiiiiiiii......lindo blog
começo hj t seguir e fiko esperandu por lá
rsr...
bjú´´´´sssss
Le
Excelente! O apego é uma das condições que causa muito medo, dor e estagnação internas. Beijos.
Postar um comentário
Deixe sua luz...