11 de dezembro de 2009




Antonio Blay Fontcuberta
um verdadeiro mestre

Na Espanha, Antonio Blay Fontcuberta é uma figura singular, ainda não devidamente reconhecido nacional e internacionalmente. Quem é Antonio Blay?
Quando você faz o contato com os livros ou cursos de imediato percebe a autenticidade, uma palavra muito usada por ele. Sua motivação sempre foi vital para entender tudo o que chamamos vida e da realidade e eu recomendo a leitura do legado deste homem simples, afável, trazendo luz e consciência para todos. Antonio Blay Fontcuberta nasceu em Barcelona em 1924 e morreu no mesmo local em 1985. Todos os que assistiram seus cursos reconhecem que, de alguma forma, suas vidas foram alteradas. Algo tinha despertado neles por causa da palavra e da presença de Blay.
Nenhuma teoria, crença e receita, "Olhe!", "Veja por si mesmo". Dessa forma, você  aprende com a sua vida. Realidade aprofundada para ver a verdade.
Suas características marcantes são, do meu ponto de vista, a transparência, concisão, profundidade e sinceridade, de modo que sua mensagem chegue até você verdadeiramente. Antonio Blay tinha uma grande facilidade com as palavras; conceitos abstratos e complexos, como Deus, o Ser, Energia, Inteligência, Amor ... a informação de uma forma simples.
Como qualquer bom professor, apenas a transmitia sua experiência. Só que ele tinha encontrado o que foi entregue e ensinado. Eminentemente prático, apesar de falar da Consciência, Eu Superior, e assim por diante. Em resumo, Antonio Blay foi um mestre espiritual e transpessoal a se misturar com as pessoas. Foi mais um, mas descobriu, através de suas experiências, a realidade de quem somos, a essência do Ser. A obra de Antonio Blay estimula o processo de auto-realização. E assim foi Blay ao longo de sua vida, para descobrir quem eu sou, que sou eu, como executar, que é a realidade, e assim por diante. Fez curso de Psicologia (1959) e criou a psicologia para auto-realização, que inclui uma compreensão de como estamos perdendo contato com nossa essência, a criação de hábitos e caráter. Blay, não apenas se aprofundou no campo da psicologia, ele foi mais longe depois que teve contato com culturas orientais. Por exemplo, a centralização é uma maneira de se conectar com o interior  e chegar a niveis mais elevados de consciência. Indiscutivelmente, Antonio Blay andou no caminho da auto-descoberta e ensinou pistas importantes sobre a psicologia transpessoal.

José Ignácio
Fonte: http://www.sermasyo.es/articulos/

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