15 de dezembro de 2009




OBSERVAR-SE

AUTO-OBSERVAR-SE! POR ONDE COMEÇAR?
Fico pensando nas partes do Ser, tendo em vista um Yoga  Integral. Assim, como acionar um acurado olhar de observador (DRASTA) PARA O MEU FÍSICO?
Estaria o meu corpo harmoniosamente desenvolvido e integrado?
O meu VITAL/EMOCIONAL necessita de equilíbrio? Em que aspecto?
O meu MENTAL (MANAS/BUDDHI) como está?
Qual é o nível de minhas percepções através dos sentidos?
Que consciência tenho dos níveis (psicológico e espiritual) na expressão do quotidiano?
Como é a minha maneira de agir, de relacionar-me? Coerente com os meus objetivos?
Por que algumas vezes minhas ações e atitudes são quase automáticas? Como agir sempre em consciência e coerente com os meus anseios?
Reflexões de Maria Iracema Sá

O velho não contradiz o adulto nem o adulto contradiz a criança: o velho é a criança em seu apogeu!
Pensar no automatismo…
Purificar meu corpo físico (anamaya kosha), meu corpo vital (pranamaya kosha) e meu corpo mental (manomaya  kosha), começa por observá-los para perceber qual aspecto deles precisa ser limpo. Como estou alimentando meu corpo físico-etérico e meu corpo mental e emocional. Que tipos de emoção e pensamentos tenho, que programas assisto, que conversas ouço, enfim de que me NUTRO?
Somente depois é que estarei apto para me perguntar: poderia eu me nutrir de alguma outra coisa, mais integradora para o meu Ser?
Se sim, somente então estarei pronto para iniciar um novo hábito, ponderando no oposto dos meus hábitos atuais…
Tudo isso é uma construção…
A questão é que muitas vezes não gostamos do que vemos e fechamos a porta de nossa inconsciência para aquilo que não queremos ver, ou admitir. O observar-se na relação é uma grande ferramenta:
“Relacionar-se é inerente ao ser humano e o nosso padrão de relacionamento é estabelecido desde a nossa primeira infância, com nossos pais, criando estratégias para atendermos suas expectativas e sermos aceitos e amados”
Mas mais que isso, criamos estratégias para satisfazermos nossas próprias necessidades individuais instintivas (fome, sede, etc.) e nossos apegos ao prazer e repulsas à dor. Seguimos como adultos com os mesmos padrões infantis de fazermos concessões (nos deixamos ser explorados) para nos sentirmos acolhidos e de exigirmos a atenção do outro, sugando suas energias…
Isso é conhecido como co-dependência: nos esquecemos de nós mesmos e de nossa própria vida e passamos a viver na dependência da vida do outro. Esquecemos de nossa própria fonte interna de energia e avidamente sugamos o outro, que por também não ter a percepção de sua própria fonte interna, se sente explorado e aviltado, mas mantém a relação porque também depende, de alguma forma, de nós.
E assim seguimos nossa vida, inconscientes e achando que somos felizes, sem sê-lo…
Reflexões de Cláudio Azevedo
Fonte: http://blog3.opovo.com.br/yoga/observar-se


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Um comentário:

Valerie disse...

Boa tarde, querida Padma!
Passei prá te deixar um abraço carinhoso e meu desejo sincero de que teu Natal e o de quantos te cercam, seja repleto de bênçãos de amor, paz e mta luz.

Beijos.