23 de abril de 2010



Frases de Sri Daya Mata

Para se ter uma relação íntima com Deus, é necessário conhecê-LO. Se lhe pedissem para amar a alguém que você não conhece, seria muito difícil fazê-lo, mesmo que lhe falassem das excelentes qualidades dessa pessoa. Mas se você tivesse a oportunidade de se relacionar com essa pessoa e passasse algum tempo em sua companhia, você começaria a conhecê-la, a gostar de seu jeito e, depois, a amá-la. É esse o caminho que se deve seguir para cultivar o amor a Deus.
A pergunta é: como vir a conhecer a Deus? E é aqui onde a meditação vem lhe ajudar. Todas as escrituras sagradas aconselham que quem busca a Deus, quem deseja conhecer-LO, deve observar períodos de silêncio para comungar com Ele. Em nossos ensinamentos, para alcançar este objetivo, praticamos técnicas de meditação, assim como também cânticos e orações. É absolutamente necessário seguir algum método. Não se pode conhecer a Deus mediante a mera leitura de um livro que fale da alegria ou do amor divinos. Você deve sentar-se em silêncio e meditar profundamente – mesmo que seja apenas durante uns poucos minutos por dia –, afastando a mente de tudo mais e concentrando-a apenas em Deus. Por meio desta prática, você chegará gradualmente a conhecer Deus e, ao conhecer-Lhe, não poderá deixar de ama-LO.
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Se você pudesse conversar profundamente com Deus por pelo menos durante dez minutos por dia – excluindo qualquer outro pensamento que não seja Ele –, sem dúvida alguma você experimentaria uma grande mudança em sua vida.
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O que comove o coração de Deus não são necessariamente as orações prolongadas. Basta um só pensamento expressado repetidamente das profundidades da alma para atrair a grandiosa resposta divina.
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A um filho, à esposa ou ao esposo, ou aos pais, se diz com facilidade: “Lhe quero [bem]”. E ninguém se sente envergonhado por isso. Da mesma maneira, é muito simples entrar em nosso interior, fechar as portas do pequeno santuário do coração e dizer: “Deus meu, te amo!”
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Quando alguém se aproxima de mim e me diz: “não sei como amar a Deus; não sei como falar-Lhe”, eu respondo: “Da mesma forma que você está falando comigo, do mesmo modo que agora você está abrindo seu coração, acostume-se a se dirigir assim a Deus”. É surpreendente como Deus responde à espontaneidade desta sincera relação com Ele.
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A sinceridade é o próprio fundamento da relação da alma com Deus. Sinceridade significa ser capaz de aproximar-se de Deus e dizer-Lhe de maneira aberta e íntima, na linguagem mais simples do coração: “Ajuda-me, Senhor”.
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Quando orarmos, não devemos nos revestir de falsa piedade. Isso não impressiona a Deus. Ele está interessado no que brota espontaneamente de nosso coração.
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Não conceba a Deus como uma mera palavra, nem como um estranho, nem como alguém que mora nas alturas e à espera de lhe julgar e lhe castigar. Pense n’Ele da mesma maneira que você desejaria que pensassem em você, se você fosse Deus.
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Nada absolutamente do que pudéssemos fazer seria capaz de induzir a Deus desamparar-nos. Deus nunca se afastará de nós.
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Não temos que ser perfeitos para que Deus nos ame. Ele já nos ama, apesar de todos nossos defeitos e debilidades.
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O Senhor não nos condena quando nos equivocamos; assim pois, não devemos nos repreender em excesso, mas amar mais a Deus. Ame-O tanto que suas faltas não possam lhe intimidar nem lhe impedir de correr para Ele.

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Um comentário:

Maria José disse...

Bela reflexão. Estou passando aqui para regar nossa amizade e desejar-lhe um excelente final de semana. Beijos.