18 de novembro de 2010

MUSICOTERAPIA



A musicoterapia é hoje utilizada nos países mais adiantados tecnológica e cientificamente, como: França, Países Baixos, Escandinávia, Estados Unidos, Canadá e outros. No extraordinário livro a “Vida Secreta das Plantas” de Peter Tompkins e Christopher Bird  (Expressão e Cultura, 6ª edição, 1979), os autores destacam as pesquisas de Cleve Backster, cientista estadunidense, que utilizou o galvanômetro (parte de um detector de mentiras poligráfico), para estudar reações das plantas a estímulos externos...
As pesquisas com plantas aconteceram sem uma deliberada intenção ou planejamento específico. Determinada noite, estando em seu laboratório onde ensinava a técnica de detecção de mentiras a policiais e agentes de segurança de todo o mundo, movido por impulso súbito, decidiu ligar os elétrodos de um dos seus detectores na folha de uma dracena (planta ornamental) que estava em sua sala. Pensou em seguida em queimar uma folha qualquer e ver o que aconteceria. Antes mesmo de se mexer para apanhar fósforos, o gráfico do polígrafo registrava algo semelhante a uma reação de pânico. A planta percebera a intenção, antes do ato, que não chegou a consumar-se.
Foi o início das pesquisas mais intrigantes de que se tem notícia, que revelaram ao mundo que tudo é vida e vida estuante, no Universo. As plantas interagem com os humanos e crescem, florescem e frutificam mais e melhor, quando são tratadas com amor e carinho e melhor ainda se “ouvem” música agradável.
Uma série intensiva de estudos realizados por Doroty Retallack de Denver, Colorado, comprovou que três horas diárias de um rock “ácido”, tocado através de alto-falantes, atrasou o desenvolvimento de aboboreiras, filodendros e milho e as danificou em menos de quatro semanas. Em contrapartida, grupos de plantas para as quais se transmitiu música suave ou sacra, não só cresceram mais que outras mantidas em ambiente silencioso, como se voltaram para a direção de onde procedia a música (O Poder Oculto da Música, David Tame, Cultrix, 9ª edição, 1993).
Tentamos assim demonstrar a necessidade de melhorar o relacionamento conosco mesmo, com o próximo e com as múltiplas formas de vida que nos cercam, se adicionamos a boa música ao nosso cotidiano.
Expostos a todo tipo de poluição auditiva durante oito ou mais horas do dia, através de ruídos e músicas desarmônicas, gritos, freiadas bruscas, motores a combustão, buzinas, etc, as pessoas estão começando a registrar atitudes neuróticas, agressivas e em alguns casos homicidas, que começam a preocupar as ciências da saúde.
A surdez precoce, as dores de cabeça e a hipertensão, também podem ter relação de causa e efeito com a poluição sonora, especialmente pela audição continuada dos ruídos modernos impropriamente denominados “música”.
Os doutores Earl Flosdorf e Leslie Chambers descobriram, numa série de experiências, que sons agudos projetados num meio líquido coagulam proteínas. Recente mania de adolescentes consistia em levar ovos frescos a concertos de rock e coloca-los à beira do palco. No meio do concerto, os ovos podiam ser comidos cozidos como um resultado da música. Surpreendentemente, somente poucos afeiçoados do rock perguntavam a si próprios o que a mesma música poderia causar-lhes aos corpos (O Poder Oculto da Música).
Na mesma obra citada acima, Julius Portnoy conta que a “a música pode, positivamente, modificar o metabolismo, afetar a energia muscular, elevar ou diminuir a pressão sanguínea e influir na digestão. E pode fazer todas essas coisas com maior sucesso e de maneira bem mais agradável do que quaisquer outros estimulantes capazes de produzir as mesmas alterações em nosso corpo”.
Diante de tantas evidências científicas, fica patente a influência positiva ou negativa da música na vida do ser humano. A escolha é de cada um. O que desejamos? Podemos inundar nosso lar de música saudável, estimulante ou calmante e transcendental, que fala ao sentimento, ao amor e nos aproxima mais de Deus ou apelar para os ruídos da hora e perturbar a harmonia, a saúde e nossa evolução espiritual. Faça a sua escolha.
Daniel Valois      
Fonte: http//www.mundoespiritual.com.br                                                                                
                                                           

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